quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

A ONG BIODIVERSIDADE REALIZA O XI DIA CULTURAL DE BAIXA LARGA


O XI DIA CULTURAL DE BAIXA LARGA é uma iniciativa da Organização para o Desenvolvimento Sustentável da Ibiapaba e Semiárido - BIODIVERSIDADE através da Biblioteca Professor Francisco de Assis Lima e dos Moradores de Baixa Larga com o apoio das comunidades vizinhas que acreditam e não medem esforços para realizá-lo.
O XI DIA CULTURAL DE BAIXA LARGA, objetiva inicialmente, ser uma vitrine para região da Ibiapaba, local carente de eventos culturais e esportivos e de instituições comprometidas com educação e preservação cultural tornando-se modelo de gestar as molas propulsoras do desenvolvimento destas áreas.
Durante o evento foi realizado um concurso de redação e uma série de modalidades esportivas e culturais reunindo durante todo o dia, atletas, estudantes e principalmente envolvendo a comunidade em um evento singular de relevante importância, não só para a comunidade de Baixa Larga, mas também para o conjunto de logradouros que compõe a região que circunda Baixa Larga:
O evento superou todas as outras 10 edições no que se refere a aplicação do concurso de redação e os esportes em equipes, sendo que a redação foi aplicada nas Escolas ANTONIO OTAVIANO DE MELO, VENCESLAU FERREIA CHAVES, ANTÔNIO TARCÍSIO ARAGÃO E CENTRO VOCACIONAL TECONOLÓGICO – CVT DE IPU. As diversas modalidade esportivas e culturais foram realizadas todas dentro do mais absoluto esmero pela organização que contou neste ano com apoio de pessoas da própria comunidade: Ângela Cunha, Flavia Moura, Fernando Sousa, Fábio Lopes, Wellington Alves, Gean Magalhães, Cristiane Jerônimo de Sousa, Angélica Cunha, Ismenha, dentre outros colaboradores.

Foram realizados durante o dia corrida de 100 metros infantil masculino e feminino; corrida de 100 metros adulto masculino e feminino; Mini Maratona Benedito Jerônimo do Nascimento; Cabo de Guerra; Torneio de Futebol com quatro equipes: Futsal Feminino e Masculino; premiação dos atletas e dos vencedores da redação na Quadra Espaço Club Show.

RESULTADO FINAL DAS ATIVIDADES DO XI DIA CULTURAL DE BAIXA LARGA.

- CORRIDA100M RASOS FEMININO INFANTIL:
3º - Maria Thais;
2º - Valeska Maria Jerônimo de Sousa;
1º - Tarciane Alves.


- CORRIDA 100M RASOS FEMININO JUVENIL:
3º - Maria Vitória;
2º - Maria Izabele;
1º - Francisca Vitória.





- CORRIDA100M RASOS MASCULINO INFANTIL:
3º - João Marcelo Pinto;
2º - Antônio Felipe Soares;
1º - João Victor da Silva.




- CORRIDA 100M RASOS MASCULINO ADULTO:
3º - Izequias Alves Vitorino;
2º - João Vitor de Sousa;
1º - Francisco Diego de Sousa.

- REDAÇÃO – ENSINO FUNDAMENTAL:
3º - Bruno Rafael Peres de Amorim Filho;
2º - Luiz Felipe Rodrigues Oliveira;
1º - Larissa Pâmela Moura de Sousa.



- REDAÇÃO – ENSINO MÉDIO E SUPERIOR:
3º - Gilberto Azevedo André;
2º - Antonio Wesley Fêlix Sousa;
1º - Jailton Rodrigues Holanda.




- XI MINI-MARATONA - BENEDITO JERÔNIMO DO NASCIMENTO - FEMININO:
3º - Maria Vitória Silva Rodrigues;
2º - Angélica Cunha de Sousa;
1º - Madalena Paiva de Oliveira.





- XI MINI-MARATONA - BENEDITO JERÔNIMO DO NASCIMENTO - MASCULINO:
5º - Francisco Diego Sousa;
4º - Luiz da Silva Lima;
3º - Gabriel Cunha de Sousa;
2º - Antônio André Bezerra da Silva;
1º - Adriano Gomes.


- FUTSAL FEMININO:
Vice-campeão – Equipe Grêmio da Santana;
Campeã – Equipe Londrina da Baixa-Larga.







- FUTSAL – (SERRANO,INGAZEIRAS, UNIÃO, PALMEIRAS):
Vice-campeão – Equipe União da Baixa-Larga;
Campeão – Equipe Palmeiras do Sítio São João.






- FUTEBOL DE CAMPO – (CRUZEIRINHO,LONDRINA,MORADA NOVA,RFO SPORT):
Vice-campeão – Equipe do Cruzeiro da Baixa Larga;
Campeão – Equipe RFO Sport da Baixa Larga.






- CABO DE GUERRA Feminino adulto - Equipe campeã;

Ângela Maria;
Madalena Paiva;
Francisca Vitória;
Tarciane Alves;
Maria Elisângela;
Cristiane Marques.




- CABO DE GUERRA Masculino adulto – Equipe campeã.
Daniel Sousa;
Denys Leo;
Daniel Caetano;
Rafael Caetano;
Rafael Sousa;
Adriano Gomes;
Antônio André;
Gabriel Cunha;
Robson Vitorino;
Adriano Lafon



















Adriano Lafon foi premiado pelo reconhecimento em ter participado de todas as edições do Dia Cultural de Baixa Larga.



Câmara fraga maratonista caindo e desmaiando na linha de chegada da XI MINI MARATONA BENEDITO JERÔNIMO DO NASCIMENTO. Imediatamente foi socorrido e encaminhado para ambulância onde recebeu os primeiros socorro por Paramédico pertencente a equipe da Secretaria Municipal de Município de Ipu.  







A coordenação do Dia Cultural de Baixa Larga agradece a Prefeitura Municipal de Ipu, aos profissionais da saúde, a Banda de Música de Ipu (Maestro Jairo Leitão), Ipu Notícia(Fagner Freire), as pessoas jurídicas e físicas pela colaboração, presteza e atenção e todos e a todas que contribuíram direto e indiretamente para o sucesso deste grande evento.







Fontes:
http://www.ipunoticias.com.br/2016/12/xi-edicao-do-dia-cultural-de-baixa.html
https://www.facebook.com/biodiversidade.ibiapaba



segunda-feira, 19 de setembro de 2016

SERRA DA IBIAPABA - UM PARAÍSO NO MEIO DO SERTÃO NORDESTINO

Globo Repórter mostra um Nordeste diferente

Para muitos brasileiros o Nordeste é um lugar seco com vegetação desfolhada e retorcida e praia exuberante e quentes, mais o Nordeste não é só Caatinga e Praia, existem as serras úmidas verdadeiros paraísos encravados no meio deste bioma árido e seco. O Globo Reporte foi muito feliz em abordar este lado pouco conhecido do nosso Nordeste e que é espetacular com frio, neblina, muita água, cachoeiras, floretas verdes com mata Atlântica ainda preservada e uma fauna e flora com uma riqueza sem igual. Este Nordeste é mesmo encantador. 

Edição do dia 16/09/2016

16/09/2016 23h56 - Atualizado em 17/09/2016 01h21

Nordeste diferente tem clima frio, muita água e cenários inacreditáveis



Serra da Ibiapaba, no Ceará, é uma ilha de frio, cercada pelo calor do sertão. Região foi habitada por povos indígenas.

Mata Atlântica, mata úmida, ilha de frio, cercada pelo calor do sertão. Quando se fala em Nordeste, a primeira ideia é o litoral ou uma região muito seca. Mas há um outro Nordeste, de clima úmido, que faz fronteira com a seca da caatinga. Uma sucessão de cenários inacreditáveis. Uma terra que foi habitada por povos indígenas, muito antes dos conquistadores europeus se apaixonarem pelas belezas e pelas riquezas da região.
Serra Grande ou Serra da Ibiapaba. Na língua tupi-guarani, significa Serra Talhada, por causa das rochas que cortam a montanha, um lugar que também é conhecido como Chapada de Ibiapaba. No Parque Nacional de Ubajara, noCeará, a área do parque era de 563 hectares, mas em 2002 foi ampliada para 6.288 hectares. Foi ampliada, mas está longe de ser regularizada e os antigos moradores, sem indenização pelas terras, continuam fazendo do parque a sua casa, o seu quintal.
Lá não tem energia elétrica. O almoço é no fogão a lenha. A luz natural clareia a casa. Não tem geladeira e toda a comida que é feita dura, no máximo, três dias.
A Chapada da Ibiapaba fica a pouco mais de quatro horas de viagem de Fortaleza, mas na escala do tempo da Terra, ela nos leva muito mais longe, a um tempo bem distante. Quando as montanhas da região ainda eram cobertas de neve, começou uma história que nos ensina parte do que somos hoje.
“Muito difícil de imaginar que há dez mil anos aqui, na era glacial, nós tínhamos temperaturas de menos de dez graus nessa região. Nós temos a gruta do urso fóssil. Lá foi encontrado o crânio fossilizado de um urso, que hoje só tem na Cordilheira dos Andes esse exemplar, de animal parecido com ele”, explica o técnico ambiental Sebastião Gomes Soares.
A presença de um guia é fundamental. Apesar de ser um parque nacional, ainda faltam recursos para sinalização e cercas de proteção.
Outro lugar muito especial são os Paredões de Janeiro. O lugar serve de passagem desde o tempo em que tribos indígenas se escondiam do invasor europeu. Às vezes, com a cachoeira sobre a cabeça, um lugar perigoso para se esconder.
O gestor do parque conta que a parceria com os moradores é necessária nesse momento de transição.
“Enquanto a área não for desapropriada, enquanto o governo não desapropriar e a gente tiver o domínio da terra, a gente tem que fazer parceria com os proprietários, com os moradores, para que eles produzam e também nos ajude a proteger essa riqueza”, diz Gilson Luiz Souto Mota, chefe do Parque Nacional de Ubajara.
Nordeste diferente tem clima frio, muita água (Grep) (Foto: Globo Repórter)Nordeste diferente tem clima frio e muita águahttp://g1.globo.com/globo-reporter/noticia/2016/09/nordeste-diferente-tem-clima-frio-muita-agua-e-cenarios-inacreditaveis.html

SERRA DA IBIAPABA

Globo Repórter mostra um Nordeste diferente

Para muitos brasileiros o Nordeste é um lugar seco com vegetação desfolhada e retorcida e praia exuberante e quentes, mais o Nordeste não é só Caatinga e Praia, existem as serras úmidas verdadeiros paraísos encravados no meio deste bioma árido e seco. O Globo Reporte foi muito feliz em abordar este lado pouco conhecido do nosso Nordeste e que é espetacular com frio, neblina, muita água, cachoeiras, floretas verdes com mata Atlântica ainda preservada e uma fauna e flora com uma riqueza sem igual. Este Nordeste é mesmo encantador. 

Edição do dia 16/09/2016

16/09/2016 23h56 - Atualizado em 17/09/2016 01h21

Nordeste diferente tem clima frio, muita água e cenários inacreditáveis



Serra da Ibiapaba, no Ceará, é uma ilha de frio, cercada pelo calor do sertão. Região foi habitada por povos indígenas.

Mata Atlântica, mata úmida, ilha de frio, cercada pelo calor do sertão. Quando se fala em Nordeste, a primeira ideia é o litoral ou uma região muito seca. Mas há um outro Nordeste, de clima úmido, que faz fronteira com a seca da caatinga. Uma sucessão de cenários inacreditáveis. Uma terra que foi habitada por povos indígenas, muito antes dos conquistadores europeus se apaixonarem pelas belezas e pelas riquezas da região.
Serra Grande ou Serra da Ibiapaba. Na língua tupi-guarani, significa Serra Talhada, por causa das rochas que cortam a montanha, um lugar que também é conhecido como Chapada de Ibiapaba. No Parque Nacional de Ubajara, noCeará, a área do parque era de 563 hectares, mas em 2002 foi ampliada para 6.288 hectares. Foi ampliada, mas está longe de ser regularizada e os antigos moradores, sem indenização pelas terras, continuam fazendo do parque a sua casa, o seu quintal.
Lá não tem energia elétrica. O almoço é no fogão a lenha. A luz natural clareia a casa. Não tem geladeira e toda a comida que é feita dura, no máximo, três dias.
A Chapada da Ibiapaba fica a pouco mais de quatro horas de viagem de Fortaleza, mas na escala do tempo da Terra, ela nos leva muito mais longe, a um tempo bem distante. Quando as montanhas da região ainda eram cobertas de neve, começou uma história que nos ensina parte do que somos hoje.
“Muito difícil de imaginar que há dez mil anos aqui, na era glacial, nós tínhamos temperaturas de menos de dez graus nessa região. Nós temos a gruta do urso fóssil. Lá foi encontrado o crânio fossilizado de um urso, que hoje só tem na Cordilheira dos Andes esse exemplar, de animal parecido com ele”, explica o técnico ambiental Sebastião Gomes Soares.
A presença de um guia é fundamental. Apesar de ser um parque nacional, ainda faltam recursos para sinalização e cercas de proteção.
Outro lugar muito especial são os Paredões de Janeiro. O lugar serve de passagem desde o tempo em que tribos indígenas se escondiam do invasor europeu. Às vezes, com a cachoeira sobre a cabeça, um lugar perigoso para se esconder.
O gestor do parque conta que a parceria com os moradores é necessária nesse momento de transição.
“Enquanto a área não for desapropriada, enquanto o governo não desapropriar e a gente tiver o domínio da terra, a gente tem que fazer parceria com os proprietários, com os moradores, para que eles produzam e também nos ajude a proteger essa riqueza”, diz Gilson Luiz Souto Mota, chefe do Parque Nacional de Ubajara.
Nordeste diferente tem clima frio, muita água (Grep) (Foto: Globo Repórter)Nordeste diferente tem clima frio e muita águahttp://g1.globo.com/globo-reporter/noticia/2016/09/nordeste-diferente-tem-clima-frio-muita-agua-e-cenarios-inacreditaveis.html

sexta-feira, 1 de julho de 2016

GOVERNO DO ESTADO REFORÇARÁ AS AÇÕES DE REFLORESTAMENTO DA APA DA BICA DO IPU




Reflorestamento da APA da Bica de Ipu - Governo do Estado do Ceará através da Secretaria do Meio Ambiente reforçará as ações de reflorestamento da APA da Bica de Ipu. Foi realizada uma reunião no Sítio São João para apresentação da Empresa que vai coordenar o reflorestamento das margens do Riacho Ipuçaba. O projeto prever o plantio de 30 mil mudas e capacitação de dezenas de ribeirinhos e multiplicadores ambientais. O ONG Biodiversidade estava representada pelo Engenheiro Agrônomo Antônio Cicero Jeronimo de Sousa e o Filósofo Paulo Henrique Jerônimo de Sousa.
O projeto inicial de Reflorestamento da APA da Bica de Ipu foi iniciado no final de 2015 pela ONG BIODIVERSIDADE em parceria com o GE Águias do Ipuçaba, Escola de Educação Profissional Antonio Tarcísio Aragão, Ambientalista Adriano Melo e vários voltários que se uniram para realização deste projeto que tinha como meta plantio de 10 mil mudas de plantas nativas durante o ano de 2016 na parte do sopé da serra que compreende entre a Cidade de Ipu e a Cachoeira.  
Governo do Estado sensibilizado pelo apelo das instições e principalmente pela necessidade de fazer algo para salvamos a Famosa Bica de Ipu e recuperar este Importante bioma o Governo, através da SEMA reforçará esta ação com o plantio na margens do citado riacho de 30 mil mudas que será iniciado em 2017. A empresa que fará esta mobilização e plantio das árvores já foi definida e já iniciou os trabalhos.
Nós que fazemos parte da ONG Biodiversidade nos sentimos felizes por fazer parte destas ações e principalmente por ter sido nós os pioneiros nesta luta.


terça-feira, 29 de março de 2016

QUARTA ETAPA DO REFLORESTAMENTO DA APA DA BICA DE IPU



Dia 26 de março de 2016 realizou-se a 4ª Etapa do Programa de Reflorestamento da APA da Bica de Ipu, Projeto de autoria do ambientalista Adriano Melo e que está sendo executados pela ONG BIODIVERSIDADE e o 12º Grupo de Escoteiros Águias do Ipuçaba, AGROIPU e voluntários da sociedade ipuense. Nesta quarta edição contamos com a adesão de dois grandes parceiros: Escola de Educação Profissional Antônio Tarcísio Aragão através do grupo gestor representado pela  Professora Fabiana Nobre e os estudantes do Curso do Agronegócio; o Sr. Joel Martins Aragão pela doação de mudas.

Na ocasião do evento estiveram presentes o Dr. Francisco Cláudio de Sousa (Presidente da ONG BIODIVERSIDADE), Adriano Melo (Ambientalista e edil da cidade de Ipu), Dr. Antônio Cícero Jerônimo de Sousa (AGROIPU), Dr. Carlos Eduardo Martins (colaborador), Joel Martins Aragão (Secretário de Agricultura), Fábia Freire (chefe dos Escoteiros), Professor George Aragão, Professora Fabiana Nobre, Rarissom Ramon (Blog Expresso Ipu), Escoteiros do 12º grupo Águias do Ipuçaba, Estudantes do Curso do Agronegócio da E.E.P. Antonio Tarcísio Aragão e vários colaboradores que acreditam que podemos fazer algo mais pela natureza.


A ONG BIODIVERSIDADE sensibilizada com novas adesões ao Programa de Reflorestamento da APA da Bica de Ipu, vem a público agradecer aos parceiros, colaboradores e voluntários que sensibilizados com a causa vieram colaborar na execução desta importante ação de responsabilidade social acreditando no nosso sonho de Reflorestar este importante Bioma da Serra da Ibiapaba. 


https://www.facebook.com/profile.php?id=100004114089534&sk=photos&collection_token=100004114089534%3A2305272732%3A69&set=a.606870412793423.1073741988.100004114089534&type=3&pnref=story.unseen-section 

Dr. Francisco Claudio de Sousa, Presidente da
 ONG BIODIVERSIDADE, veio ver como estar sendo
feito o reflorestamento da APA da Bica de Ipu  

O Símbolo de uma juventude que cuidará 
bem do nosso meio ambiente. 


E.E.P. Antonio Tarcísio Aragão
Uma parceria de peso
https://www.facebook.com/fabiana.nobre.12/posts/1082966255099810?pnref=story